segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Eduação dos Jovens na era digital


Canal Livre discutiu a educação dos jovens na era digital no programa de domingo

Como educar crianças e adolescentes na era digital. Os novos paradigmas. O papel dos pais e professores. Como aliar as novas tecnologias ao ensino. A educação dos jovens foi o tema do Canal Livre deste domingo dia 06/09/09 as 23:30, que recebeu três especialistas para discutir o tema.

No debate foram convidados muitos pesquisadores e especialistas do tema em questão com Psicólogas, Pedagogas e Educadoras.


http://www.band.com.br/canallivre/conteudo.asp?ID=180083


Acredito que ainda nessa semana o vídeo do programa está disponível no site do mesmo:

http://www.band.com.br/canallivre/videos.asp


Quando sair o video do prgrama com o tema abordado colocarei-o aqui para compartilhar com vocês.

domingo, 6 de setembro de 2009

A Informática Educativa

O computador um excelente recurso pedagógico e o software educativo pode ser considerado um material didático privilegiado. Com certeza a tecnologia não representa por si só um fator de mudança de paradigma e de qualidade na educação, o computador, com seu imenso potencial de tratamento, difusão e gerenciamento de informações, pode desempenhar um papel significativo no espaço escolar. Já víamos notando que a sociedade como um todo tem se rendido a este instrumento tecnológico, que, ao longo dos últimos 30 anos, se fez positivamente presente em todas as áreas do conhecimento, direta ou indiretamente, dinamizando tarefas, facilitando processos de resolução de problemas, agilizando a comunicação e a busca de informações. Mas para isso precisamos de professores capacitados, infra-estrutura e projetos pedagógicos sólidos.
A Internet é uma rede mundial de comunicação via computadores. Criada durante a Segunda Guerra Mundial com fins militares e depois extendida às universidades americanas, com fins científicos, a Internet, antes intitulada Arpanet, desenvolveu-se rapidamente, integrando serviços como o correio eletrônico, as listas de discussão, o comércio eletrônico etc.
O acesso ao computador, de desmistificar seu uso e suas possibilidades de comunicação e de educação aberta se transformando em meio de ensino e de aprendizagem, na medida em que pode-se "visitar" sites de laboratórios, de centros de pesquisa, de museus, de universidades, de pesquisadores, além de permitir a socialização de pessoas em qualquer parte do planeta.
No contexto educacional, a Internet oferece um grande número de possibilidades de uso, especialmente no campo da educação a distância. Atualmente, no ciberespaço brasileiro, há diversas instituições oferecendo cursos de extensão, especialização e graduação através da Internet onde nos estudantes da UaB-UNB fazemos parte construindo um currículo flexível, aberto ao imprevisto, ao imprevisível, ao novo, um currículo centrado no aluno e não nas disciplinas, centrado na cognição e não na repetição, voltado para a criatividade e para a autonomia na construção de conhecimentos novos.
A Informática Educativa tem potencial para dinamizar o processo de ensino/aprendizagem à medida em que o computador, adequadamente empregado, desmistifica o erro, valoriza a autonomia e os conhecimentos informais do aluno, desloca a ênfase do ensinar para o aprender, cede espaço à aprendizagem por livre descoberta, à aprendizagem colaborativa e construtivista, realimenta e redimensiona a prática do professor e permite que a escola extrapole seus limites físicos interagindo efetivamente com seus conceitos dentro e com o que se passa fora dela, onde o maior beneficiado dessa educação é o aluno.

VIDAL. E,M. José Maria e Gilberto S. Educação Informática e Professores. Programa Educacional 2009 UaB- UNB.

sábado, 5 de setembro de 2009

Admirável Chip Novo

Composição: Pitty

Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação

Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vêm eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste e viva

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor (2x)

Pane no sistema, alguém me desconfigurou
Aonde estão meus olhos de robô?
Eu não sabia, eu não tinha percebido
Eu sempre achei que era vivo
Parafuso e fluído em lugar de articulação

Até achava que aqui batia um coração
Nada é orgânico, é tudo programado
E eu achando que tinha me libertado
Mas lá vem eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga
Tenha, more, gaste e viva

Pense, fale, compre, beba
Leia, vote, não se esqueça
Use, seja, ouça, diga...
Não senhor, Sim senhor (2x)

Mas lá vem eles novamente
E eu sei o que vão fazer:
Reinstalar o sistema.

Comentário da Música

Na música que Pitty compôs é evidente a influência da cibercultura com tantas características e linguagens tecnológicas como programações, panes e reinstalações de sistemas, apesar de que também esteja falando da manipulação de poder que vivemos atualmente.

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Introdução: Importância da tecnologia na educação

Atualmente com a facilidade de fazer parte do ciberespaço através das redes mundiais de universitários e pesquisadores, redes empresariais, correios eletrônicos, comunidades virtuais e outras. As crianças antes mesmo de aprenderem a falar corretamente, já sabem usar o controle remoto da televisão.
Nas escolas, já existe a lousa eletrônica em substituição ao quadro-negro, onde o professor, por meio de uma caneta eletrônica, pode acessar arquivos e buscar páginas na internet.
Os laboratórios de informática e de ciências complementam os livros e a sala de aula. Através de login e senha, os alunos já podem navegar pela rede mundial de computadores e fazerem suas pesquisas e tarefas em casa via internet. As universidades, por sua vez, oferecem cursos de ensino à distância em diversas áreas de conhecimento.
Com tanto recursos tecnológicos se desenvolvendo junto com a educação e com cada vez mais o mercado de trabalho exigindo experiência com a manipulação da informática devemos capacitar professores para tirarem o máximo proveito da interação entre alunos e recursos tecnológicos para pedagogicamente inserir a educação digital.
Mas não basta oferecer tecnologias se não prepararmos nossas crianças para uma educação que ensine a pensar, pois as tecnologias não produzem nada sozinhas; nós somos o seu grande patrocinador, provedor e usuário, e dependerá de nossas escolhas uma utilização adequada ou não dessa tecnologia.

Música: Navegar é Preciso

Composição: Christiane Ladislau

Da tela do meu computador
Conecto-me no ciberespaço
Rompendo as fronteiras do tempo e espaço
Para criar um novo web site
E postar novos textos no meu blog
Vou bater um papo no MSN
Depois escrever um scrap no meu orkut
Enviar um email, fazer um upgrade
E atualizar minha Home-page

Navegar é preciso
Percorrendo as fronteiras da rede
Para o trabalho, diversão ou informação

Preciso aumentar meus gigabytes
Para fazer o download mais rápido
Antes de sair da internet
Preciso entrar no meu Moodle
Enviar minhas tarefas
E participar dos fóruns
Há um novo vírus na rede
Se eu não atualizar
Ele poderá me infectar
Ai vou ter que formatar

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Educação e tecnológica


“O homem é produto do meio, da raça e do momento”, já dizia Machado de Assis.
E o momento a que me refiro é o da era digital, iniciada no fim do século 20, que traz, como herança, a revolução do conhecimento e da tecnologia. Vivemos cercados por recursos tecnológicos. Na medicina, vidas são salvas graças aos avanços tecnológicos. Nas atividades financeiras, sacamos dinheiro, efetuamos depósitos e pagamentos em caixas eletrônicos, sem interagir com um humano. Em nosso dia-a-dia, temos o elevador que, com simples toque de um botão, nos leva ao andar desejado.
Em casa, antes mesmo de aprenderem a falar corretamente, nossas crianças já sabem usar o controle remoto da televisão. Nas escolas, já existe a lousa eletrônica em substituição ao quadro-negro, onde o professor, por meio de uma caneta eletrônica, pode acessar arquivos e buscar páginas na internet.
Os laboratórios de informática e de ciências complementam os livros e a sala de aula. Através de login e senha, os alunos já podem fazer suas tarefas em casa via internet. As universidades, por sua vez, já oferecem cursos de ensino a distância.
Esses são apenas alguns exemplos que nos levam a pensar sobre a evolução tecnológica. Diante dessa realidade, nós, pais e educadores, não podemos deixar de nos preocupar em “alfabetizar tecnologicamente” nossas crianças e jovens para que possam compreender melhor o mundo que nos rodeia. Mas como? Qual a melhor maneira?
Grandes empresas, em nosso País, já estão encontrando essas respostas, pois elegeram o setor da educação para desenvolver suas propostas de responsabilidade social e lançaram projetos de educação digital para escolas públicas e funcionários de empresas cadastradas. Projetos que contam com a parceria de órgãos estaduais, instituições responsáveis pela educação em cada Estado.
Outra maneira encontrada por várias escolas para responder ao desafio pedagógico do uso dos recursos tecnológicos foi criar departamentos de tecnologia para capacitação dos professores para tirarem o máximo proveito da interação entre alunos e recursos tecnológicos.
Como são habituados à comunicação eletrônica e a receber grandes quantidades de dados e mensagens, os alunos geralmente confundem isso com informação fundamentada e conhecimento. Cabe à escola, nesse momento, um papel importante na educação e na orientação dos alunos sobre como se relacionar, de maneira eficiente e produtiva, com o grande universo on-line, principalmente no que se refere às pesquisas realizadas via internet.
Sabemos que não basta oferecer tecnologias se não prepararmos nossas crianças para uma educação que ensine a pensar. Essa, por sua vez, deverá ser alicerçada nos quatro pilares da educação que devem moldar o aprendizado: aprender a aprender, aprender a fazer, aprender a conviver e aprender a ser. As tecnologias não produzem nada sozinhas. O homem é o seu grande provedor e usuário, e só ele definirá uma utilização adequada ou não.
Pollyana Vieira de Andrade é pós-graduada em Computação na UCG, especializada em Consultoria na Fundação Getúlio Vargas e coordenadora de Informática no Externato São José.
Fonte: O Popular

Copiado literária do site blog.esab.edu.br/category/e-learning/ Acessado em 19 de agosto de 2009.

O Instituto Sergio Motta e o artista Heidi Kumao


O Instituto Sergio Motta é um centro de projetos e debates voltados ao uso criativo da tecnologia e à inovação. Efetiva ações que unem as tecnologias de telecomunicação com o setor cultural e social, fazendo com que essas novas tecnologias ajudem no desenvolvimento da sociedade, em consonância com as exigências do nosso tempo.

HEIDI KUMAO

Heidi Kumao é uma artista interdisciplinar que trabalha com a criação de vídeos e “máquinas artísitcas” que têm por objetivo explorar as interações sociais e suas nuances em relação à tecnologia. Suas obras fazem uma interseção entre escultura, teatro e engenharia, resultando no que artista chama de “tecnologias performáticas”. Estes dispositivos são projetados para reencenar um evento, realizar uma tarefa para o observador, ou questionar as mediações entre tecnologia e o feminino. Entre os trabalhos incluem-se, esculturas cinéticas, vestuário eletrônico, “cinema machines” e animações digitais. Seu trabalho mais recente é a série Timed Release, um grupo de vídeo-esculturas que são uma interação entre projeções animadas, objetos do cotidiano e técnicas de projeção. O tema da série é a sobrevivência em confinamento, indivíduos que sobrevivem situações absurdas e cruéis, balanceando o sentimento de impotência com a necessidade pessoal de regeneração. Os trabalhos dessa série exigem que o interator participe negociando paralelamente duas realidades visuais coexistentes. Heidi Kumao , além de artista multimídia, é professora da School of Art and Design da Universidade de Michigan, EEUU.

Inside:o público dentro da obra de arte

O Paço das Artes, em parceria com o Groupe Molior de Montreal, Canadá, inaugurou no dia 5 de maio, a mostra Inside. Com curadoria de Sylvie Parent, também curadora do Musee d’art contemporain de Montreal e editora da publicação eletrônica CIAC, a exposição é composta por seis instalações multimídia e contou, na sua abertura, com uma visita mediada pelos artistas. Todos os trabalhos permitem a interação do público. Na obra Tact, do artista Jean Dubois, por exemplo, por meio do toque é possível transformar a fisionomia da pessoa que aparece no interior de uma tela tátil, emoldurada por um espelho. A idéia do espelho é fazer com que, ao mesmo tempo em que o público experimenta a sensação de controlar o outro, ele se confronta com os próprios atos. Na instalação Habitgram, concebida pelo artista conhecido como beewoo, é possível se transformar em uma “torre” móvel de captação e transmissão de imagens. Basta para tanto vestir um casaco onde mini-câmeras de vídeo captam o espaço imediato e projetam imagens. Graças à ação do interator, promovem a “desconstrução” desse próprio espaço. O Groupe Molior é uma corporação sem fins lucrativos, fundada em 2001 e tem por objetivo organizar, produzir e divulgar trabalhos de artistas que utilizam as novas tecnologias como meio de expressão. Desta forma, contribui com o desenvolvimento de uma nova linguagem: a multimídia interativa. A exposição fica em cartaz no Paço das Artes até o dia 20 de julho, com entrada franca.

Caso queira ver mais obras do instituto Sergio Motta entre no site: http://blog.premiosergiomotta.org.br/category/proteses/, e lá também encontrará imagens das exposições e das tecnologias performáticas e inivadoras.